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Seguro-defeso é disponibilizado a todos os pescadores artesanais. O valor equivale a um salário mínimo por mês durante suspensão da pesca.


O Blog do Carlinhos foi procurado por vários pescadores artesanais que tiram o seu sustento do Rio Mearim, e que fazem parte das colônias de Trizidela do Vale (z.164) e de Pedreiras (z.28). Eles reclamam que após o período de recadastramento, o dinheiro do seguro defeso nunca caiu em suas contas. 

A classe afirma que deveria ter recebido o pagamento no mês de dezembro do ano passado, porém, até agora o valor ainda não foi depositado. A situação preocupa os pescadores que se sentem desamparados por não poderem trabalhar nesse período. 

Durante os meses da piracema, época da reprodução dos peixes de espécies nativas, os trabalhadores ficam impedidos de pescar. Em função disso, recebem todos os anos o valor de um salário mínimo enquanto permanecem afastados de suas atividades.

O período compreendido entre 1º de dezembro e 30 de março estabelece a proibição de pesca comercial na bacia do Rio Mearim e outras, devendo ser liberada a prática apenas com linha de mão ou anzol, em quantidade não excedente a 5 quilos, sendo para consumo próprio.

Até o momento, a classe dos pescadores artesanais não recebeu nenhuma resposta justificando os atrasos e não tem data certa para receber o seguro-defeso.
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