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Comentarista de Os Pingos nos Is também classificou carreatas organizadas no final de semana como ‘anêmicas’

Carreatas pelo impeachment de Bolsonaro foi tema de Os Pingos nos Is desta segunda-feira, 25

As carreatas organizadas por partidos de esquerda e grupos de direita, como o Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre (MBL) pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro foram tema do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, nessa segunda-feira, 25.

A mobilização cresceu nos últimos dias diante do agravamento da pandemia de novo coronavírus no Brasil e da crise hospitalar que afeta o estado do Amazonas. Na avaliação de Augusto Nunes, a defesa do impedimento do chefe do Executivo é “falta do que fazer”. O comentarista também afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) tenta transformar o afastamento do presidente em “ato rotineiro” e chamou os partidos de oposição de “agrupamento oportunista”.

“O PT tenta transformar o impeachment em ato rotineiro. Se o presidente não é de seu partido, ele deve perder o cargo. Em janeiro de 1999, Fernando Henrique Cardoso tinha acabado de vencer, no primeiro turno, o Lula, quando o então deputado Tarso Genro lançou a campanha ‘Fora, FHC’. Houve manifestações igualmente anêmicas [como essas do final de semana] em Brasília, São Paulo. Tarso ficou recitando esse mantra por muito tempo até que foi esquecido pelo Brasil e pelos companheiros de partido”, disse Augusto Nunes.

Augusto Nunes também criticou a campanha do “Fora, Temer” e afirmou que o PT “esqueceu o golpe” que a ex-presidente Dilma Rousseff teria sofrido para se aliar a Baleia Rossi (MDB-SP), candidato do MDB à presidência da Câmara dos Deputados. “Isso se repetiu quando Temer assumiu o cargo vago pelo impeachment, esse sim merecido e justificado, da então presidente Dilma Rousseff. Ela perdeu o cargo, ele assumiu e já começou o ‘Fora, Temer’. Os petistas se esgoelaram no ‘Fora, Temer’ até outro dia, quando se aliaram ao candidato do MDB à presidência da Câmara dos Deputados [Baleia Rossi]. Eles esqueceram o golpe que teria havido para o afastamento da Dilma. É tudo uma farsa. Não há voto, não há motivo jurídico fundamentado e não há povo. Esse pessoal não aprende. O impeachment é decretado pelo povo nas ruas. Foi assim com Collor, com os caras pintadas, foi assim com Dilma Rousseff, que cometeu crime, não tinha sustentação no Congresso e, sobretudo, enfrentava portentosas manifestações de rua. Isso é falta do que fazer. O PT não pode mais repetir o lengalenga do ‘Lula livre’ e agora vem com impeachment".

Fonte - Jovem Pan

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