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Em épocas de eleição, a prática da venda e compra de votos, apesar de ilegal, é algo bastante comum em cidades da nossa região e do Brasil afora. Porém, neste ano alguns candidatos se superaram.

Uma nova modalidade de "estelionato eleitoral" foi criada. Segundo informações, em Capinzal do Norte, alguns candidatos negociaram com eleitores a compra de votos. A poucos dias das eleições, ocorridas no último dia 15 de novembro, esses candidatos foram nas casas dos eleitores e ofereceram dinheiro em troca da garantia do voto.

Os valores eram os mais variados possíveis, mas sempre com a garantia do candidato de que seriam pagos através de depósitos bancários. Com a promessa do voto, o candidato ia até a agência bancária na sexta-feira e realizava o depósito do envelope com a suposta quantia em dinheiro. Depois, mostrava os comprovantes para o possível eleitor. Mas, acontece que os envelopes depositados no caixa eletrônico estavam vazios e, mesmo nesses casos, o comprovante é emitido.

Somente na segunda-feira, portanto, após o dia da eleição, é que os eleitores percebiam que haviam sido "enganados". Como a venda de votos também é um ato infracional, previsto no artigo 299 do Código Eleitoral, com pena de até 4 anos de reclusão, além do pagamento de multa, os eleitores ludibriados ficam impossibilitados de denunciar a prática para as autoridades policiais.

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